As mentiras que contas a ti próprio (e que te mantêm preso aos mesmos padrões)
No dia a dia, repetimos frases que parecem verdade, mas que nos mantêm exatamente no mesmo lugar.
Este artigo ajuda-te a reconhecer o que está por trás desses padrões.
No dia 1 de abril, é comum falar-se de mentiras.
Mas há um tipo de mentira que raramente é questionado, aquelas que contamos a nós próprios.
Não são ditas por mal, nem são conscientes.
Mas têm um impacto real: mantêm-nos presos aos mesmos padrões, nas relações, no trabalho e na forma como vivemos.
E enquanto parecem verdades, nada muda.
As mentiras mais comuns (que parecem verdades)
Estas frases são mais comuns do que parecem:
- “Eu já resolvi isso.”
- “O problema está nos outros.”
- “Eu sou assim.”
- “O passado já não me afeta.”
À primeira vista, parecem sinais de evolução.
Mas muitas vezes são apenas formas de evitar olhar mais fundo.
Exemplo prático:
Alguém que sai de uma relação difícil e acredita que “já ultrapassou”, mas passado algum tempo entra numa relação com dinâmicas muito semelhantes.
Mudam as pessoas, mas o padrão repete-se.
Porque é que continuamos a repetir o mesmo?
Na abordagem sistémica, isto não é visto como azar ou falta de sorte.
Existem dinâmicas invisíveis que influenciam escolhas, reações e relações.
Entre elas:
- Lealdades familiares inconscientes
- Padrões herdados
- Tentativas de compensar ou “corrigir” histórias anteriores
Ou seja: não é só sobre o que pensas, é sobre o que está a atuar por trás.
O papel do autoengano
O autoengano não é fraqueza, mas sim, PROTEÇÃO.
Serve para:
- evitar dor
- manter uma sensação de controlo
- não confrontar realidades difíceis
O problema é que essa proteção tem um custo. Mantém-te no mesmo lugar, mesmo quando acreditas que estás a avançar.
O que muda quando olhas de frente?
Quando deixas de sustentar essas “mentiras confortáveis”, algo começa a mudar:
- Passas a reconhecer padrões com mais clareza
- Deixas de culpar apenas o exterior
- Ganhas responsabilidade sobre as tuas escolhas
E, acima de tudo: crias espaço para fazer diferente.
Onde entra a Constelação Familiar?
A constelação familiar não serve para “dar respostas bonitas”.
Serve para:
- tornar visível o que está oculto
- mostrar dinâmicas que não são evidentes
- permitir uma nova forma de olhar para a tua história
Muitas vezes, o que surge não é confortável, mas é precisamente aí que começa a mudança real.
A experiência no Instituto
No Instituto, este trabalho não é teórico.
É vivido através de:
- sessões individuais
- constelações em grupo
- processos de desenvolvimento mais profundos (no caso as nossas formações)
Não se trata de “resolver tudo rapidamente”. O importante é ganhar clareza para tomar decisões mais conscientes e sustentadas.
Conclusão
As mentiras mais perigosas não são as que contamos aos outros, mas aquelas que repetimos internamente, sem questionar.
Enquanto permanecem, os padrões mantêm-se, mesmo que o contexto mude.
- A questão não é se estás a repetir.
- É se estás disposto a olhar para isso.
Quando estiveres pronto para parar de repetir o mesmo, sabes onde nos encontrar.
As mentiras que contas a ti próprio (e que te mantêm preso aos mesmos padrões)
No dia a dia, repetimos frases que parecem verdade, mas que nos mantêm exatamente no mesmo lugar.
Este artigo ajuda-te a reconhecer o que está por trás desses padrões.
No dia 1 de abril, é comum falar-se de mentiras.
Mas há um tipo de mentira que raramente é questionado, aquelas que contamos a nós próprios.
Não são ditas por mal, nem são conscientes.
Mas têm um impacto real: mantêm-nos presos aos mesmos padrões, nas relações, no trabalho e na forma como vivemos.
E enquanto parecem verdades, nada muda.
As mentiras mais comuns (que parecem verdades)
Estas frases são mais comuns do que parecem:
- “Eu já resolvi isso.”
- “O problema está nos outros.”
- “Eu sou assim.”
- “O passado já não me afeta.”
À primeira vista, parecem sinais de evolução.
Mas muitas vezes são apenas formas de evitar olhar mais fundo.
Exemplo prático:
Alguém que sai de uma relação difícil e acredita que “já ultrapassou”, mas passado algum tempo entra numa relação com dinâmicas muito semelhantes.
Mudam as pessoas, mas o padrão repete-se.
Porque é que continuamos a repetir o mesmo?
Na abordagem sistémica, isto não é visto como azar ou falta de sorte.
Existem dinâmicas invisíveis que influenciam escolhas, reações e relações.
Entre elas:
- Lealdades familiares inconscientes
- Padrões herdados
- Tentativas de compensar ou “corrigir” histórias anteriores
Ou seja: não é só sobre o que pensas, é sobre o que está a atuar por trás.
O papel do autoengano
O autoengano não é fraqueza, mas sim, PROTEÇÃO.
Serve para:
- evitar dor
- manter uma sensação de controlo
- não confrontar realidades difíceis
O problema é que essa proteção tem um custo. Mantém-te no mesmo lugar, mesmo quando acreditas que estás a avançar.
O que muda quando olhas de frente?
Quando deixas de sustentar essas “mentiras confortáveis”, algo começa a mudar:
- Passas a reconhecer padrões com mais clareza
- Deixas de culpar apenas o exterior
- Ganhas responsabilidade sobre as tuas escolhas
E, acima de tudo: crias espaço para fazer diferente.
Onde entra a Constelação Familiar?
A constelação familiar não serve para “dar respostas bonitas”.
Serve para:
- tornar visível o que está oculto
- mostrar dinâmicas que não são evidentes
- permitir uma nova forma de olhar para a tua história
Muitas vezes, o que surge não é confortável, mas é precisamente aí que começa a mudança real.
A experiência no Instituto
No Instituto, este trabalho não é teórico.
É vivido através de:
- sessões individuais
- constelações em grupo
- processos de desenvolvimento mais profundos (no caso as nossas formações)
Não se trata de “resolver tudo rapidamente”. O importante é ganhar clareza para tomar decisões mais conscientes e sustentadas.
Conclusão
As mentiras mais perigosas não são as que contamos aos outros, mas aquelas que repetimos internamente, sem questionar.
Enquanto permanecem, os padrões mantêm-se, mesmo que o contexto mude.
- A questão não é se estás a repetir.
- É se estás disposto a olhar para isso.
Quando estiveres pronto para parar de repetir o mesmo, sabes onde nos encontrar.
As mentiras que contas a ti próprio (e que te mantêm preso aos mesmos padrões)
No dia a dia, repetimos frases que parecem verdade, mas que nos mantêm exatamente no mesmo lugar.
Este artigo ajuda-te a reconhecer o que está por trás desses padrões.
No dia 1 de abril, é comum falar-se de mentiras.
Mas há um tipo de mentira que raramente é questionado, aquelas que contamos a nós próprios.
Não são ditas por mal, nem são conscientes.
Mas têm um impacto real: mantêm-nos presos aos mesmos padrões, nas relações, no trabalho e na forma como vivemos.
E enquanto parecem verdades, nada muda.
As mentiras mais comuns (que parecem verdades)
Estas frases são mais comuns do que parecem:
- “Eu já resolvi isso.”
- “O problema está nos outros.”
- “Eu sou assim.”
- “O passado já não me afeta.”
À primeira vista, parecem sinais de evolução.
Mas muitas vezes são apenas formas de evitar olhar mais fundo.
Exemplo prático:
Alguém que sai de uma relação difícil e acredita que “já ultrapassou”, mas passado algum tempo entra numa relação com dinâmicas muito semelhantes.
Mudam as pessoas, mas o padrão repete-se.
Porque é que continuamos a repetir o mesmo?
Na abordagem sistémica, isto não é visto como azar ou falta de sorte.
Existem dinâmicas invisíveis que influenciam escolhas, reações e relações.
Entre elas:
- Lealdades familiares inconscientes
- Padrões herdados
- Tentativas de compensar ou “corrigir” histórias anteriores
Ou seja: não é só sobre o que pensas, é sobre o que está a atuar por trás.
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O autoengano não é fraqueza, mas sim, PROTEÇÃO.
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Levamos a nossa experiência clínica e sistémica para a sala de aula
No momento não temos as inscrições abertas para formação, mas se fizer sentido para ti, preenche o formulário e entraremos em contacto assim que tivermos novidades!
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